"... A música sobrevive a tudo e, como Deus, está sempre presente. Não precisa de ajuda, não é obstruída. Ela sempre me encontrou e, com a bênção e permissão de Deus, sempre haverá de encontrar."
Eric Clapton
(Epilog - page: 394 - Clapton: the autobiography - 2007 - by Clapton, Eric )
Mostrando postagens com marcador autobiografia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador autobiografia. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
sábado, 10 de janeiro de 2009
Os Artistas e as Drogas
Palavras de quem entende do assunto. Com a palavra o mestre Eric Clapton:
“É obsessivo. Parte da minha personalidade é feita de uma obsessão para me levar a um limite. Pode ser de grande utilidade se minha obsessão é conduzida para algo criativo ou um pensamento mais positivo em relação às coisas, mas pode ser também física e mentalmente destrutivo. Acho que o que acontece a um artista é que, quando ele sente as mudanças de humor de que todos sofremos quando somos criativos, em vez de encarar a realidade de que isso é uma oportunidade para a criação, ele vai se virar para algo que vai destruir aquela sensação, parar com essa coisa irritante. E isso vai ser heroína, bebida ou qualquer outra coisa. Ele não vai querer encarar esse impulso criativo porque sabe da auto-exploração que precisa ser feita, a dor que precisa ser encarada. Isso acontece quase sempre, ou muito dolorosamente, a artistas. A menos que eles percebam o que é que está causando aquilo a eles, eles sempre vão se apoiar em alguma coisa ou outra pra matá-lo.”
Fica aqui também a dica do livro:
CLAPTON, ERIC
CLAPTON: A AUTOBIOGRAFIA / ERIC CLAPTON;
TRADUÇÃO LÚCIA BRITO - SÃO PAULO: EDITORA PLANETA DO BRASIL, 2007.
MUITO BOM!
“É obsessivo. Parte da minha personalidade é feita de uma obsessão para me levar a um limite. Pode ser de grande utilidade se minha obsessão é conduzida para algo criativo ou um pensamento mais positivo em relação às coisas, mas pode ser também física e mentalmente destrutivo. Acho que o que acontece a um artista é que, quando ele sente as mudanças de humor de que todos sofremos quando somos criativos, em vez de encarar a realidade de que isso é uma oportunidade para a criação, ele vai se virar para algo que vai destruir aquela sensação, parar com essa coisa irritante. E isso vai ser heroína, bebida ou qualquer outra coisa. Ele não vai querer encarar esse impulso criativo porque sabe da auto-exploração que precisa ser feita, a dor que precisa ser encarada. Isso acontece quase sempre, ou muito dolorosamente, a artistas. A menos que eles percebam o que é que está causando aquilo a eles, eles sempre vão se apoiar em alguma coisa ou outra pra matá-lo.”
Fica aqui também a dica do livro:
CLAPTON, ERIC
CLAPTON: A AUTOBIOGRAFIA / ERIC CLAPTON;
TRADUÇÃO LÚCIA BRITO - SÃO PAULO: EDITORA PLANETA DO BRASIL, 2007.
MUITO BOM!
Assinar:
Postagens (Atom)