sábado, 28 de janeiro de 2012
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Candidato a Amigo
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
sábado, 6 de junho de 2009
"Bom Senso" - Tim Maia
Dirigido e animado por:
Luiz Berger, André Berger, Wanderson Miranda e Luciano Coluci. (2006)
http://www.luizberger.com / http://www.andreberger.com.br
Fonte: YouTube - user: luizberger
terça-feira, 26 de maio de 2009
"Literatura é como cocaína, música é como heroína", diz Iggy Pop
PARIS (AFP) - "A literatura é como a cocaína, e a música é como a heroína: a primeira aguça o espírito, a segunda te idiotiza", declara rindo Iggy Pop, lenda viva do rock norte-americano, que acaba de lançar um disco inspirado no romance "A possibilidade de uma ilha", do francês Michel Houellebecq. "A literatura é muito importante para mim. O livro de Houellebecq ilustra coisas que eu tinha em mente em relação ao sexo, à morte e ao sexo oposto", declarou o cantor e compositor, de 62 anos, em entrevista à AFP. "Em minhas obras da juventude já havia muitos ecos de Burroughs, Kerouac e Ginsberg", acrescenta.O novo álbum de Iggy Pop foi lançado nesta segunda-feira e foi batizado em francês de "Préliminaires". "Toda a intriga do romance é uma preliminar da morte. E, na minha idade, cada ato é uma preliminar da morte: compor ou não, trabalhar ou se divertir, tentar ganhar dinheiro ou liberdade...", afirma o músico. "Faça o que fizer, o relógio continua avançando, e este é um tema muito forte na literatura francesa, por exemplo no existencialismo", declara Iggy Pop. A princípio, 'A Iguana', como é chamado, queria escrever apenas umas poucas músicas para um documentário sobre a filmagem de um filme baseado no livro de Houellebecq, dirigido pelo próprio escritor. O projeto logo se tornou maior, devido à admiração do roqueiro norte-americano pelo romance, no qual clones e seitas aparecem como atores de uma visão pessimista da condição humana.
"Eu me reconheci nessa história de crise dos 50 anos, com fundo de ficção centífica. Havia nela paralelos com a minha vida: eu também tenho cachorros, namoradas, passei temporadas na costa espanhola, e Miami, onde eu moro, recebe convenções de raelianos" (seita na qual o livro se inspira), conta. Por isso, o disco tem a mesma atmosfera de melancolia dos romances de Houellebecq, que pode ser sentida em uma estação balneária em pleno inverno. "Quando li o livro, em sua tradução inglesa, estava em Cabourg (costa da Normandia), era verão mas fazia frio e eu tinha esse tipo de sentimentos", lembra Iggy Pop, cujo verdadeiro nome é James Osterberg.
"Quando escrevi a música, me lembrei dessas impressões e de minhas cenas favoritas...Depois, Michel Houellebecq me disse que essas emoções eram muito fortes na música 'Spanish Coast', e que ele gostava em particular de 'A Machine For Loving', na qual junto música com suas palavras", esclarece o cantor, precurssor do punk nas décadas de 60 e 70 com a banda The Stooges, cujo guitarrista, Ron Asheton, morreu em janeiro deste ano. Mais além da influência de Houellebecq, "Préliminaires" é um disco francófilo. Começa e termina com uma versão em francês de "Les Feuilles Mort", um clásico da canção francesa cuja letra é um poema de Jacques Prévert, e foi ilustrado pela artista franco-iraniana Marjane Satrapi. Iggy Pop emprestou sua voz a um dos personagens de Satrapi na versão em inglês do desenho animado "Persépolis", filme baseado na autobiografia em quadrinhos homônima, e voltará a trabalhar com ela em outro filme em julho, desta vez, com atores de carne e osso.
Fonte: AFP - Internacional / UOL
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Sympathy for the Devil - Rolling Stones - original
Sympathy abre com a percussão em rítmo de samba, bem a calhar nesta sexta-feira de Carnaval. Conta a lenda que a música nasceu durante a primeira visita de Jagger ao Brasil. Acompanhado de Marion Faithfull, sua namorada na época, Mick Jagger teria ido a uma sessão de Candomblé, na qual ouviu esta batida de samba, que na verdade é toque de Exú. Também reza a mesma tradição que Mick e Marion eram os únicos brancos presentes ao trabalho, fato que assustou um pouco o vocalista dos Stones, quase nada comparado ao frisson causado no casal pela presença de Exú, que ao toque dos atabaques dirigiu-se a eles com os gritos imitados por Jagger na música. Assim nascia um dos maiores hits da história do rock n' roll, "Sympathy for the Devil". Neste vídeo clássico, encontrado no UTube, podemos ver e ouvir aquela que é considerada a interpretação mais clássica e original da canção. São quase 9 minutos de puro rock, que começa calmamente e vai progredindo ao incorporar acordes de blues e gospel, durante a interpretação a voz de Jagger vai subindo de tom até se tornar mais agressiva, enquanto relata os 'horrores' proferidos na letra da música. A coreografia é uma alusão a curimba de Exú presenciada por Mick Jagger.
Preste atenção ao final do vídeo, quando Lennon (R.I.P.) aparece em meio a platéia, ovacionando a performance dos Stones. Deixa o remix da mesma música, postado ontem, no chinelo. Bom Carnaval e bom gosto a todos! Huahuahuahuahuahau! ):-)=
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
A música e Deus, por Eric Clapton
Eric Clapton
(Epilog - page: 394 - Clapton: the autobiography - 2007 - by Clapton, Eric )