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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Falange do Erê ~ Zeca Pagodinho

São a alegria que contagia a Umbanda. Descem nos terreiros simbolizando a pureza, a inocência e a singeleza. Seus trabalhos se resumem em brincadeiras e divertimentos. Podemos pedir-lhes ajuda para os nossos filhos, resolução de problemas, fazer confidências, mexericos, mas nunca para o mal, pois eles não atendem pedidos dessa natureza.

São espíritos que já estiveram encarnados na terra e que optaram por continuar sua evolução espiritual através da prática de caridade, incorporando em médiuns nos terreiros de Umbanda. Em sua maioria, foram espíritos que desencarnaram com pouca idade (terrena), por isso trazem características de sua última encarnação, como o trejeito e a fala de criança, o gosto por brinquedos e doces.

Os Erês, ou Ibejis, formam sincretismo com os santos católicos São Cosme e Damião.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Quatro frases que fazem o nariz do Pinóquio crescer

por Eduardo Galeano, desde Montevideo, maio de 2011.

1 - Somos todos culpados pela ruína do planeta.

A saúde do mundo está feito um caco. ‘Somos todos responsáveis’, clamam as vozes do alarme universal, e a generalização absolve: se somos todos responsáveis, ninguém é. Como coelhos, reproduzem-se os novos tecnocratas do meio ambiente. É a maior taxa de natalidade do mundo: os experts geram experts e mais experts que se ocupam de envolver o tema com o papel celofane da ambiguidade.

Eles fabricam a brumosa linguagem das exortações ao ‘sacrifício de todos’ nas declarações dos governos e nos solenes acordos internacionais que ninguém cumpre. Estas cataratas de palavras - inundação que ameaça se converter em uma catástrofe ecológica comparável ao buraco na camada de ozônio - não se desencadeiam gratuitamente. A linguagem oficial asfixia a realidade para outorgar impunidade à sociedade de consumo, que é imposta como modelo em nome do desenvolvimento, e às grandes empresas que tiram proveito dele.

Mas, as estatísticas confessam... Os dados ocultos sob o palavreado revelam que 20% da humanidade comete 80% das agressões contra a natureza, crime que os assassinos chamam de suicídio, e é a humanidade inteira que paga as consequências da degradação da terra, da intoxicação do ar, do envenenamento da água, do enlouquecimento do clima e da dilapidação dos recursos naturais não-renováveis. A senhora Harlem Bruntland, que encabeça o governo da Noruega, comprovou recentemente que, se os 7 bilhões de habitantes do planeta consumissem o mesmo que os países desenvolvidos do Ocidente, "faltariam 10 planetas como o nosso para satisfazerem todas as suas necessidades." Uma experiência impossível.

Mas, os governantes dos países do Sul que prometem o ingresso no Primeiro Mundo, mágico passaporte que nos fará, a todos, ricos e felizes, não deveriam ser só processados por calote. Não estão só pegando em nosso pé, não: esses governantes estão, além disso, cometendo o delito de apologia do crime. Porque este sistema de vida que se oferece como paraíso, fundado na exploração do próximo e na aniquilação da natureza, é o que está fazendo adoecer nosso corpo, está envenenando nossa alma e está deixando-nos sem mundo.

2 - É verde aquilo que se pinta de verde.

Agora, os gigantes da indústria química fazem sua publicidade na cor verde, e o Banco Mundial lava sua imagem, repetindo a palavra ecologia em cada página de seus informes e tingindo de verde seus empréstimos. "Nas condições de nossos empréstimos há normas ambientais estritas", esclarece o presidente da suprema instituição bancária do mund o. Somos todos ecologistas, até que alguma medida concreta limite a liberdade de contaminação.

Quando se aprovou, no Parlamento do Uruguai, uma tímida lei de defesa do meio-ambiente, as empresas que lançam veneno no ar e poluem as águas sacaram, subitamente, da recém-comprada máscara verde e gritaram sua verdade em termos que poderiam ser resumidos assim: "os defensores da natureza são advogados da pobreza, dedicados a sabotarem o desenvolvimento econômico e a espantarem o investimento estrangeiro." O Banco Mundial, ao contrário, é o principal promotor da riqueza, do desenvolvimento e do investimento estrangeiro.

Talvez, por reunir tantas virtudes, o Banco manipulará, junto à ONU, o recém-criado Fundo para o Meio-Ambiente Mundial. Este imposto à má consciência vai dispor de pouco dinheiro, 100 vezes menos do que haviam pedido os ecologistas, para financiar projetos que não destruam a natureza. Intenção inatacável, conclusão inevitáve l: se esses projetos requerem um fundo especial, o Banco Mundial está admitindo, de fato, que todos os seus demais projetos fazem um fraco favor ao meio-ambiente.

O Banco se chama Mundial, da mesma forma que o Fundo Monetário se chama Internacional, mas estes irmãos gêmeos vivem, cobram e decidem em Washington. Quem paga, manda, e a numerosa tecnocracia jamais cospe no prato em que come. Sendo, como é, o principal credor do chamado Terceiro Mundo, o Banco Mundial governa nossos escravizados países que, a título de serviço da dívida, pagam a seus credores externos 250 mil dólares por minuto, e lhes impõe sua política econômica, em função do dinheiro que concede ou promete. A divinização do mercado, que compra cada vez menos e paga cada vez pior, permite abarrotar de mágicas bugigangas as grandes cidades do sul do mundo, drogadas pela religião do consumo, enquanto os campos se esgotam, poluem-se as águas que os alimentam, e uma crosta seca cobre os desertos que antes foram bosques.

3 - Entre o capital e o trabalho, a ecologia é neutra.

Poder-se-á dizer qualquer cois a de Al Capone, mas ele era um cavalheiro: o bondoso Al sempre enviava flores aos velórios de suas vítimas... As empresas gigantes da indústria química, petroleira e automobilística pagaram boa parte dos gastos da Eco 92: a conferência internacional que se ocupou, no Rio de Janeiro, da agonia do planeta. E essa conferência, chamada de Reunião de Cúpula da Terra, não condenou as transnacionais que produzem contaminação e vivem dela, e nem sequer pronunciou uma palavra contra a ilimitada liberdade de comércio que torna possível a venda de veneno.

No grande baile de máscaras do fim do milênio, até a indústria química se veste de verde. A angústia ecológica perturba o sono dos maiores laboratórios do mundo que, para ajudarem a natureza, estão inventando novos cultivos biotecnológicos. Mas, esses desvelos científicos não se propõem encontrar plantas mais resistentes às pragas sem ajuda química, mas sim buscam novas plantas capazes de r esistir aos praguicidas e herbicidas que esses mesmos laboratórios produzem. Das 10 maiores empresas do mundo produtoras de sementes, seis fabricam pesticidas (Sandoz-Ciba-Geigy, Dekalb, Pfizer, Upjohn, Shell, ICI). A indústria química não tem tendências masoquistas.

A recuperação do planeta ou daquilo que nos sobre dele implica na denúncia da impunidade do dinheiro e da liberdade humana. A ecologia neutra, que mais se parece com a jardinagem, torna-se cúmplice da injustiça de um mundo, onde a comida sadia, a água limpa, o ar puro e o silêncio não são direitos de todos, mas sim privilégios dos poucos que podem pagar por eles. Chico Mendes, trabalhador da borracha, tombou assassinado em fins de 1988, na Amazônia brasileira, por acreditar no que acreditava: que a militância ecológica não pode divorciar-se da luta social. Chico acreditava que a floresta amazônica não será salva enquanto não se fizer uma reforma agrária no Brasil.

Cinco anos depois do crime, os bispos brasileiros denunciaram que mais de 100 trabalhadores rurais morrem assassinados, a cada ano, na luta pela terra, e calcularam que quatro milhões de camponeses sem trabalho vão às cidades deixando as plantações do interior. Adaptando as cifras de cada país, a declaração dos bispos retrata toda a América Latina. As grandes cidades latino-americanas, inchadas até arrebentarem pela incessante invasão de exilados do campo, são uma catástrofe ecológica: uma catástrofe que não se pode entender nem alterar dentro dos limites da ecologia, surda ante o clamor social e cega ante o compromisso político.

4 - A natureza está fora de nós.

Em seus 10 mandamentos, Deus esqueceu-se de mencionar a natureza. Entre as ordens que nos enviou do Monte Sinai, o Senhor poderia ter acrescentado, por exemplo: "Honrarás a natureza, da qual tu és parte." Mas, isso não lhe ocorreu. Há cinco séculos, qua ndo a América foi aprisionada pelo mercado mundial, a civilização invasora confundiu ecologia com idolatria. A comunhão com a natureza era pecado. E merecia castigo.

Segundo as crônicas da Conquista, os índios nômades que usavam cascas para se vestirem jamais esfolavam o tronco inteiro, para não aniquilarem a árvore, e os índios sedentários plantavam cultivos diversos e com períodos de descanso, para não cansarem a terra. A civilização, que vinha impor os devastadores monocultivos de exportação, não podia entender as culturas integradas à natureza, e as confundiu com a vocação demoníaca ou com a ignorância.

Para a civilização que diz ser ocidental e cristã, a natureza era uma besta feroz que tinha que ser domada e castigada para que funcionasse como uma máquina, posta a nosso serviço desde sempre e para sempre. A natureza, que era eterna, nos devia escravidão. Muito recentemente, inteiramo-nos de que a natureza se cansa, como nós, seus filhos, e sabemos que, tal como nós, pode morrer assassinada.

Já não se fala de submeter a natureza. Agora, até os seus verdugos dizem que é necessário protegê-la. Mas, num ou noutro caso, natureza submetida e natureza protegida, ela está fora de nós. A civilização, que confunde os relógios com o tempo, o crescimento com o desenvolvimento, e o grandalhão com a grandeza, também confunde a natureza com a paisagem, enquanto o mundo, labirinto sem centro, dedica-se a romper seu próprio céu.

Eduardo Galeano é escritor e jornalista uruguaio

sábado, 10 de setembro de 2011

O 11 de Setembro e o 11 de Janeiro

Há 10 anos quase 3000 pessoas morreram nos ataques de 11 de setembro, é só isso que se vê na TV e jornais agora, na véspera dos atentados, como se fosse motivo pra comemorar... ou quem sabe promover um luto tardio, quando queremos é esquecer esta tragédia bárbara e a guerra estúpida que gerou.

Há muito menos tempo, 8 meses atrás, os deslizamentos na Serra do Mar do estado do Rio de Janeiro, mataram em torno de 1000 pessoas. Foi um desatre natural e não um ataque terrorista. Terrorismo é o que passam as famílias desabrigadas e os que são obrigados a viver em áreas de risco, sabendo que as chuvas voltam e que a tragédia pode se repetir a qualquer momento.

Com trabalho e recursos próprios, muitas pessoas reconstruiram casas que foram destruídas na enchente, no mesmo local, sem serem impedidas ou conscientizadas de que o risco ainda existe e que a experiência mostra que inundações e deslizamentos vão acontecer novamente. Segundo estudos publicados ainda no início do ano pelo DRM-RJ com a colaboração de geólogos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, UFRJ e PUC-Rio, as chuvas que a deflagraram a catástrofe não foram excepcionais. Já ocorreram desastres semelhantes em 1979, 1978 e 2002 como decorrência de trombas d'água. Um aspecto marcante das chuvas que atingiram a serra em janeiro foi a intensidade em um período de 15 minutos, segundo o estudo.

A intervenção do homem no solo não foi descartada como um dos fatores da tragédia. No entanto, o estudo diz que a maior parte dos deslizamentos ocorreria de qualquer forma, evidenciados pela ocorrência de escorregamentos em diversos pontos de áreas naturais, não tocadas pelo homem. Nos desastres de 1978 e 1979, havia menos pessoas vivendo na serra e por isso o número de mortos na época foi menor que agora.

Diante da iminência de novos deslizamentos, os geólogos são contundentes ao afirmar que a única solução possível para evitar mortes e danos é a prevenção. "Temos uma sequência de estudos que permitem antecipar a ocorrência disso tudo. O problema é que estamos muito atrasados numa cultura de prevenção". Entretanto muito foi prometido e pouco foi feito.

As fortes chuvas que atingiram os municípios da região serrana do Rio nos dias 11 e 12 de janeiro provocaram enchentes e inúmeros deslizamentos de terra. As cidades mais atingidas são Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), choveu cerca de 300 mm em 24 horas na região.

Abaixo veja algumas imagens da época, das promessas, o antes e o depois. Como curiosidade também um antes e depois da região japonesa atingida pelo terremoto, de magnitude 8,9, em março passado. Ai é de nos perguntarmos, será que o Brasil anda mesmo essa maravilha toda que a mídia e o governo querem nos vender? E as promessas, ficam apenas nas promessas mesmo? E o 11 de setembro, o que nós brasileiros temos a ver com isto, 10 anos depois, não será mera distração?

Como bem a TV sabe, imagens falam mais que palavras, o texto apenas dá apoio à imagem, então vejam as imagens abaixo - que recebi hoje por e-mail e estou repassando - e tirem suas própria conclusões...

"Seis meses de esperanças levadas pelas águas da corrupção"






Quanto ao terremoto no Japão...




sábado, 3 de setembro de 2011

Velha Fazendeira

Repassando piada que recebi por e-mail hoje de manhã... rs...


Uma avó estava morrendo e manda chamar o jovem neto de 28 anos em seu leito
de morte:


 
- Meu querido, vou morrer em breve, mas quero que você saiba que vou te deixar minha fazenda, os tratores e debulhadoras, os cavalos, vacas, cabras e muitos outros animais, o estábulo e todas as plantações, além de R$ 2.450.000, cuida de tudo com muito cuidado. O rapaz, antes triste com a situação da avó, responde com os olhos cheios de lágrimas quase sorrindo:


- Mas Vovó, eu nem sabia que a senhora tinha uma fazenda. Onde fica?


A avó dá um último suspiro antes de morrer e responde:




- No Orkut...

sábado, 27 de agosto de 2011

Com a sua ajuda, a Palestina se tornará o 194º país do mundo

repassando...

Caros amigos,

Hoje o Conselho de Segurança da ONU se reuniu para discutir o apelo da Palestina para se tornar o 194º país do mundo. No entanto, governantes de países de destaque ainda estão em cima do muro. Somente um esforço gigantesco da opinião pública pode mudar a situação.

A Avaaz fez um pequeno, mas emocionante vídeo mostrando que essa proposta legítima é de fato a melhor oportunidade para acabar com o beco sem saída das infinitas negociações mal-sucedidas e abrir um novo caminho para a paz.

Clique para assistir o vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe para todos:


Enquanto a violência se espalha novamente e as tensões sobem no Oriente Médio, uma nova proposta de independência da Palestina ganha fôlego em todo o planeta. Se conseguirmos a aprovação dessa proposta na ONU, ela poderá significar um novo caminho para a paz.

Porém, os chefes de governo de países de destaque ainda estão em cima do muro e para convencê-los a apoiar a independência da Palestina precisamos reforçar a pressão da opinião pública. Muita gente acha que não entende a situação suficientemente bem para se mobilizar. Para ajudar, a Avaaz fez um novo vídeo de curta duração contando a verdade sobre o conflito. Se uma quantidade suficiente de pessoas assistir ao vídeo, assinar a petição e a encaminhar a todos os seus contatos, nossas lideranças serão forçadas a nos ouvir.

Quase 10 milhões de membros da Avaaz estão recebendo este e-mail. Vamos mudar o teor da conversa sobre o Oriente Médio e criar um maremoto de apoio à independência da Palestina. Clique no link abaixo para assistir ao vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos os seus contatos:


Enquanto a maioria dos palestinos e israelenses querem uma solução para o conflito baseada em dois Estados, o governo extremista de Israel continua aprovando a construção de assentamentos em áreas contestadas, alimentando ódio e massacres. Apesar dos esforços, décadas de negociações para a paz lideradas pelos EUA fracassaram na tentativa de refrear os inimigos da paz e chegar a um acordo.

Hoje, essa proposta de independência poderia ser a melhor oportunidade em vários anos para sair do impasse, evitar outra espiral da violência e equilibrar o campo de ação entre as duas partes em favor das negociações.

No mês passado, os palestinos apresentaram sua proposta ao Conselho de Segurança. Mais de 120 países a apoiam, mas os Estados Unidos não só a rejeitam como estão enviando um claro sinal a seus aliados europeus de que qualquer apoio à proposta legítima dos palestinos dificultaria as relações bilaterais. Cabe a nós dizer às lideranças de países europeus de destaque que a opinião pública apoia esse avanço não-diplomático e não-violento e que a opinião dos cidadãos é que deveria influenciar as decisões estratégicas, e não as preferências do governo americano.

Nossa campanha está explodindo em todo o mundo -- mais de 830.000 membros se juntaram ao apelo nos primeiros dias! Ela foi mencionada na primeira página de grandes veículos de notícia, citada no Conselho de Segurança da ONU e tuitada pelo próprio presidente da Palestina! Agora vamos fazer com que ela ressoe nos ouvidos das lideranças de países europeus de destaque, cujo apoio é crucial. Clique no link abaixo para assistir ao vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos os seus contatos – nossa meta é conseguir 1 milhão de assinaturas:


Há muita falta de informação sobre o conflito entre Israel e Palestina e muita gente não se sente segura para se engajar. Mas este pequeno vídeo explica claramente os detalhes e pode nos munir de informações para uma mobilização. Por sermos uma sólida rede global reforçada por quase 10 milhões de membros em todos os países do mundo, temos a oportunidade de provocar uma votação capaz de reverter décadas de violência.

Com esperança,

Alice, Pascal, Emma, Ricken, David, Rewan e a equipe da Avaaz

MAIS INFORMAÇÕES:

EUA declaram que novos assentamentos de Israel na Cisjordânia são 'preocupantes’ (UOL)

Palestinos pedirão entrada na ONU como Estado-membro em setembro (Folha.com)

Presidente irá pedir reconhecimento do Estado Palestino na ONU (R7 Notícias)

Quarteto 'preocupado' com novos assentamentos de Israel (Veja)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Em qual loja você entraria ?

repassando, e-mail que recebi hoje... nomes de lojas bem originais! to rindo muito aqui...

sábado, 20 de agosto de 2011

Rock Curitibano ♪ Nuvens ♪ A felicidade mora numa encruzilhada



1º single do Fome de Vida, o novo trabalho da Nuvens.
Baixe a música no http://www.nuvens.net/

Composição: Rapha Moraes
Produzido por Rapha Moraes e Alvaro Alencar
Arranjo - Nuvens

sábado, 30 de julho de 2011

A volta da censura: 'É proibido proibir'

Em 23 de julho o longa-metragem "A Serbian Film - Terror Sem Limites", uma produção de terror classe 'C', teve sua distribuição e exibição proibida, o filme foi censurado. Quem fez o pedido à justiça foi do presidente do diretório regional do Democratas, o ex-prefeito do Rio, Cesar Maia. A liminar da decisão provisória, concedida pela 1ª Vara da Infância e da Juventude, a pedido do DEM, impede a exibição do filme. Pelas críticas o tal filmeco, além do roteiro repugnante, é mesmo uma porcaria, sessão de cinema pra fazer o bonequinho vomitar, levantar e ir embora da sala de exibição.

O polêmico ‘Serbian Film’ também já teve problemas em outros países, onde foi proibido ou exibido com cortes. Bom, não vi nem pretendo ver; mas acho que não preciso do estado para me dizer o que posso, ou não, assistir. A polêmica vem de cenas perturbadoras, que mostram pedofilia da pesada, como o estupro de um recém-nascido. Vejam bem, é uma produção cinematográfica, uma obra de ficção, não pode ser confundido com realidade. Deve ser uma bomba, só havia uma cópia disponível em película, a mesma que a decisão judicial mandou apreender e que está agora nas mãos da Justiça do Rio. Se fosse um filme com potencial de atrair público, certamente, haveria mais cópias por aí, não acham? A exibição de ‘Serbian Film’ ocorreria no festival RioFan.

Será que era mesmo necessário, um partido político, pedir na justiça para que o filme fosse censurado. Todo esse trabalho pra que as pessoas não vejam um reles e desprezível filmeco de ficção? Bom, é fato consumado, se alguém ia assistir, agora não pode, tá censurado e ninguém pia.

A Censura no Brasil ocorreu por quase todo o período posterior a colonização do país, tanto cultural, quanto política. Entretanto foi durante o regime militar - iniciado com o golpe de 64 - que foram elaboradas novas formas de perseguição. Após a promulgação do AI-5, todo e qualquer veículo de comunicação, bem como produto audiovisual destinado à exibição pública, deveria ter a sua pauta, ou roteiro, previamente aprovado e sujeito a inspeção local por parte de agentes do governo. Muitos materiais foram censurados nessa época de trevas, que parece esquecido mas faz parte da história recente da república. (...continua...)


Está lançado, no Brasil, um novo genero de filme, o FILME PROIBIDÃO.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Nanã Burukê ॐ Sant'Ana ॐ São flores Nanã, são flores...

RuaDasFlores.com ॐ A magia em informação que transcende a razão: São flores Nanã, são flores...:

"Nanã é a mãe primeira de toda humanidade, conforme a lenda o homem após várias tentativas de usar diversos materiais, foi feito do barro «lodo primordial das matérias na crosta terrestre», e soprado a vida em suas narinas por Oxalá, sendo que a única restrição de Nanã foi para quando este homem morresse a sua matéria seria devolvida aos seus domínios, é sincretizada com Sant’Ana; a avó de Jesus , dona das águas paradas, das chuvas e dos pantanos,ela decanta em seus domínios toda as matérias impuras dos homens, preparando assim a limpeza do espírito para próxima reencarnação.

É um Orixá feminino de origem daomeana; dependendo da região e do dialeto Nanã é conhecida por uma série de nomes, entretanto em Dahomey «hoje Benin, país da região ocidental da África», mais especificamente na cidade de Domê onde está localizado seu principal templo, é conhecida como Nanã Buruku ou Nanã Burukê .

Ela representa o dogbê «vida» e a doku «morte»..."

sábado, 23 de julho de 2011

Notícia da morte da cantora Amy Winehouse (R.I.P.) ☠



ܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔ

Como nos lembraremos dela...



Amy Jade Winehouse

☆ Londres, 14 de setembro de 1983 — ☠ Londres, 23 de julho de 2011

♥℘.s. Æ ℓ٥ﻻ ﻉ√٥υ♥

sexta-feira, 15 de julho de 2011

LEFBLANS ♫♪♫ A Balada de João Paulo e Maria

Mais uma música inédita da Banda Lefblans, em primeira mão pra você aqui no blog da Carioca.FM.



Letra da música 'A Balada de João Paulo e Maria', enviada por Lefblans em 08/07/2011

Nasceu no subúrbio do Brasil
O sétimo filho de onze irmãos
Seu pai bebia e batia
Em suas irmãs

Sua mãe fugiu sem nada dizer
Ele era ainda um bebê
Os olhos cheios de emoção
Mas ele não chorou

Assim era a vida
Dura e sofrida
No fundo ele sabia
Um dia ia mudar

Com 6 anos de idade
Foi trabalhar de engraxate
conheceu as prostitutas e a liberdade

Conheceu Maria cheirando cola
Sentiu pena dela
Nunca foi a escola

O seu corpo ela vendia
Pra poder ter uma moradia
E também um prato de comida

João Paulo e Maria
Sobreviver, ninguém diria
Vencer na vida então
Era ilusão

Assim é a vida
Dura e sofrida
No fundo ele sabia
Um dia ia mudar

Seu amigo mendigo lhe presenteou
Com um violão que encontrou
Jogado no lixo e sem a corda sol

e hoje está na televisão
e a sua historia é essa canção
Maria não tem mais o seu coração