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terça-feira, 8 de maio de 2012

Vela da Rio-2016 tira barco de Scheidt e inclui kitesurfe

A Federação Internacional de Vela decidiu incluir o kitesurfe no programa dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Nessa modalidade, o atleta fica em cima de uma prancha e é puxado por uma espécie de paraquedas, enquanto faz acrobacias.

O kitesurfe entrará no lugar do RS:X, a prancha a vela, que tem no Brasil como maior estrela Ricardo Winicki, o Bimba, campeão mundial em 2007 e tri pan-americano.

Outro brasileiro que não verá sua classe no Rio é Robert Scheidt. A federação decidiu não ter a star no programa de 2016. Ele foi medalha de prata na Olimpíada de Pequim com essa embarcação e é um dos favoritos em Londres ao lado de Bruno Prada.

A Olimpíada do Rio também terá uma embarcação para disputa com equipes mistas, a Nacra 17. Ainda há possibilidade de mudanças no programa na conferência anual da federação, em novembro.

Veja os eventos de vela da Rio-2016
Kitesurfe (feminino e masculino)
Laser (masculino)
Laser Radial (feminino)
Finn (masculino)
470 (feminino e masculino)
49er (masculino)
49er FX (feminino)
Nacra 17 (misto)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O Rio do Sobrenatural de Almeida

Televisão mostrou em três cores os prédios que cairam
por Fernando Gabeira

Nos tempos de Google, com mapas e fotografias foi fácil localizar o pedaço da Treze de Maio onde caiu o Edifício Liberdade.

Todos que moram no Rio e freqüentam o centro conhecem bem aquele trecho que liga a Cinelândia ao Largo da Carioca.

No início concentramos-nos em localizar,em seguida, a estabelecer a vizinhança e, finalmente, a recordar o que já fizemos por ali.

O Teatro Municipal é a grande referência pois muitos viveram nele bons momentos estéticos . Mas há também lembranças mais discretas.

Do lado oposto do prédio na Treze de Maio já houve uma sede do PV e costumava freqüentar o prédio onde trabalha o Sr. Carvalho, vendedor de câmeras e equipamentos usados.

As visitas ao Sr. Carvalho eram muito comuns mas foram se espaçando com a chegada da era digital. Espero que o Sr Carvalho e os vendedores que o ajudam estejam bem mas, por via das dúvidas, vou fazer uma visita

Os técnicos hesitam em apontar uma causa para o desabamento. Falou-se em escapamento de gás, mas muitos duvidam que um simples escapamento derrube um prédio de 20 andares.

No momento, a julgar pelas entrevistas, trabalha-se com a hipótese de uma causa estrutural. O prédio fica entre as estações de metrô Cinelândia e Carioca. Isto pode ter tido alguma influência em sua estabilidade?

O importante é lembrar que o prédio não desabou durante o dia, o que atenuou a tragédia. E descobrir as causas. Acontecem muitas coisas estranhas no Rio. Hoje, estava preparando um post sobre a tempestade solar, um processo natural registrado, de vez em quando no mundo.

Os cientistas estavam observando que até o momento a tempestade solar não havia causado nenhum dano. Mas num tempo de intensas telecomunicações, GPS e satélites, muitos temiam que houvesse algum tipo de distúrbio no planeta.

Quando noticiaram a tempestade solar, pensei: só faltava essa, num momento de chuvas e secas. Eis que caem os prédios e o mundo se revela cada vez mais imprevisível. No Rio, viveu Nélson Rodrigues que filosofando sobre o futebol criou o personagem Sobrenatural de Almeida. O personagem vive entre nós e, de vez em quando, se manifesta.

Mais uma razão para prevenir e fiscalizar.

sábado, 15 de outubro de 2011

#OccupyRio :: O Movimento do Movimento

É hoje, dia 15 de outubro, o "Ocupe Rio"! O ato vai começar, às 13h, na Cinelândia. Este é um movimento global que vai contra bancos, sistema, escravidão financeira, corrupção, dentre diversas outras formas de controle e de coerção desse sistema capitalista. A ideia é tomarmos as praças e as ruas de todo o mundo. Este é apenas o início de uma grande caminhada para mudanças sociais e políticas.

O mundo está em crise. Muitas pessoas saindo às ruas para ganhar voz, e o objetivo é ir contra o domínio descarado da minoria detentora do controle dos bancos e das mídias. O que revela o quanto não estamos sozinhos nessa angústia!

É fato que nada disso vai ser passado na mídia hegemônica. Na verdade, o que vai ser mostrado é que somos vândalos, extremistas, vagabundos, baderneiros… Porém nossa vontade vai muito além de sermos classificados como algum partido ou organização.

Por isso, vamos aproveitar esse momento de convergências das mídias, de trocas livres de informação, de facilidade em postar e compartilhar o factual.

Venha você também!

Para mais informações:
As movimentações no Rio estão sendo informadas pelo: https://www.facebook.com/profile.php?id=100003035960443



"Você sente a corda no pescoço?
Tá apertada, né?
Até quando você aguenta?
Queira ver o que não mostram pra você!"

Serviço:
Hoje!
Dia: 15 de Outubro
Local: Cinelândia
Horário: 13h
"Ocupe Rio"

sábado, 10 de setembro de 2011

O 11 de Setembro e o 11 de Janeiro

Há 10 anos quase 3000 pessoas morreram nos ataques de 11 de setembro, é só isso que se vê na TV e jornais agora, na véspera dos atentados, como se fosse motivo pra comemorar... ou quem sabe promover um luto tardio, quando queremos é esquecer esta tragédia bárbara e a guerra estúpida que gerou.

Há muito menos tempo, 8 meses atrás, os deslizamentos na Serra do Mar do estado do Rio de Janeiro, mataram em torno de 1000 pessoas. Foi um desatre natural e não um ataque terrorista. Terrorismo é o que passam as famílias desabrigadas e os que são obrigados a viver em áreas de risco, sabendo que as chuvas voltam e que a tragédia pode se repetir a qualquer momento.

Com trabalho e recursos próprios, muitas pessoas reconstruiram casas que foram destruídas na enchente, no mesmo local, sem serem impedidas ou conscientizadas de que o risco ainda existe e que a experiência mostra que inundações e deslizamentos vão acontecer novamente. Segundo estudos publicados ainda no início do ano pelo DRM-RJ com a colaboração de geólogos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, UFRJ e PUC-Rio, as chuvas que a deflagraram a catástrofe não foram excepcionais. Já ocorreram desastres semelhantes em 1979, 1978 e 2002 como decorrência de trombas d'água. Um aspecto marcante das chuvas que atingiram a serra em janeiro foi a intensidade em um período de 15 minutos, segundo o estudo.

A intervenção do homem no solo não foi descartada como um dos fatores da tragédia. No entanto, o estudo diz que a maior parte dos deslizamentos ocorreria de qualquer forma, evidenciados pela ocorrência de escorregamentos em diversos pontos de áreas naturais, não tocadas pelo homem. Nos desastres de 1978 e 1979, havia menos pessoas vivendo na serra e por isso o número de mortos na época foi menor que agora.

Diante da iminência de novos deslizamentos, os geólogos são contundentes ao afirmar que a única solução possível para evitar mortes e danos é a prevenção. "Temos uma sequência de estudos que permitem antecipar a ocorrência disso tudo. O problema é que estamos muito atrasados numa cultura de prevenção". Entretanto muito foi prometido e pouco foi feito.

As fortes chuvas que atingiram os municípios da região serrana do Rio nos dias 11 e 12 de janeiro provocaram enchentes e inúmeros deslizamentos de terra. As cidades mais atingidas são Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), choveu cerca de 300 mm em 24 horas na região.

Abaixo veja algumas imagens da época, das promessas, o antes e o depois. Como curiosidade também um antes e depois da região japonesa atingida pelo terremoto, de magnitude 8,9, em março passado. Ai é de nos perguntarmos, será que o Brasil anda mesmo essa maravilha toda que a mídia e o governo querem nos vender? E as promessas, ficam apenas nas promessas mesmo? E o 11 de setembro, o que nós brasileiros temos a ver com isto, 10 anos depois, não será mera distração?

Como bem a TV sabe, imagens falam mais que palavras, o texto apenas dá apoio à imagem, então vejam as imagens abaixo - que recebi hoje por e-mail e estou repassando - e tirem suas própria conclusões...

"Seis meses de esperanças levadas pelas águas da corrupção"






Quanto ao terremoto no Japão...




sexta-feira, 15 de julho de 2011

LEFBLANS ♫♪♫ A Balada de João Paulo e Maria

Mais uma música inédita da Banda Lefblans, em primeira mão pra você aqui no blog da Carioca.FM.



Letra da música 'A Balada de João Paulo e Maria', enviada por Lefblans em 08/07/2011

Nasceu no subúrbio do Brasil
O sétimo filho de onze irmãos
Seu pai bebia e batia
Em suas irmãs

Sua mãe fugiu sem nada dizer
Ele era ainda um bebê
Os olhos cheios de emoção
Mas ele não chorou

Assim era a vida
Dura e sofrida
No fundo ele sabia
Um dia ia mudar

Com 6 anos de idade
Foi trabalhar de engraxate
conheceu as prostitutas e a liberdade

Conheceu Maria cheirando cola
Sentiu pena dela
Nunca foi a escola

O seu corpo ela vendia
Pra poder ter uma moradia
E também um prato de comida

João Paulo e Maria
Sobreviver, ninguém diria
Vencer na vida então
Era ilusão

Assim é a vida
Dura e sofrida
No fundo ele sabia
Um dia ia mudar

Seu amigo mendigo lhe presenteou
Com um violão que encontrou
Jogado no lixo e sem a corda sol

e hoje está na televisão
e a sua historia é essa canção
Maria não tem mais o seu coração

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Tihuana - Tropa de Elite

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Aquarela de Debret mostra problema cultural do xixi nas ruas do Rio de Janeiro

por Milton de Mendonça Teixeira - historiador

Esta rara e pouco conhecida aquarela foi feita pelo artista francês Jean Baptiste Debret entre 1817/29 e consta do belo livro de Pedro Correia do Lago "Debret e o Brasil", lançado recentemente pela Editora Capivara, onde são reproduzidas mais de 1.300 obras de Debret, muitas delas inéditas. Comprei meu exemplar na livraria Folha Seca, na rua do Ouvidor e não paro de folheá-lo.

É este o primeiro registro iconográfico de um mau hábito carioca, o de urinar na rua, onde bem lhe aprouver. A aquarela pertence a Jean Boguici, do Rio de Janeiro.

Que eu saiba, nenhum artista tratou desse tema, infelizmente tão atual, antes ou depois.

Aproveito e mando em anexo um texto que fiz sobre nossos porcos e velhos hábitos.

Corpologia Histórica (a raiz cultural do problema)

Recentemente, a subprefeitura do Centro lançou uma campanha de mudança dos costumes muito boa. A municipalidade gasta verdadeiras fortunas com a limpeza e remoção de excrementos e urina dos logradouros do Rio. A falta de educação de alguns, aliada também à falta de bons banheiros públicos, generalizou o costume incivilizado de parte da população carioca se desobrigar atrás de todas as árvores, postes, esquinas e monumentos públicos da cidade. A campanha contará com cartazes moralistas relatando que:

   “...esta não era a educação que seus pais lhe deram”.

Apesar de a medida ser altamente meritória e necessária, os dizerem não encontram respaldo na história.

Com efeito, não são poucos os viajantes que se referem à sujeira das ruas do Centro do Rio no início do século XIX. As casas não tinham banheiros. No máximo, uma “casinha” no quintal, cuja fossa era limpa à noite por um escravo, o qual recolhia o conteúdo em tonéis de barro e depois conduzia esse “cabungo” na cabeça até a praia ou terreno baldio mais próximo, onde era feito o despejo.

Como, freqüentemente, esse tonel vazava e tingia o infeliz de malcheirosas manchas, o povo apelidava esses pobres escravos de “tigres”.

A urina, por sua vez, era despejada das janelas das casas em urinóis, em plena rua. Uma lei de 1776 obrigava apenas ao arremessante a bradar antes a advertência: “água vai!”.

Quanto ao povo, este se desobrigava em qualquer lugar. Não existiam pudores ou restrições. Afinal de contas, eram poucas as mulheres que saíam às ruas e, quando saíam, era aos domingos, e sempre acompanhadas de seus maridos ou pais.

Nas ruas do Rio, no dia-a-dia de 1800, somente homens e escravos perambulavam.

Para piorar a situação, o mau exemplo vinha de cima.

Vinha do próprio Rei!

D. João VI comia muito, muito e mal. Diabético e doente, nem por isso se continha à mesa, devorando, por vezes, de quatro a seis frangos por refeição.

Quando o Rei partia do Palácio de São Cristóvão em direção ao Centro, em sua carruagem não poderiam faltar um urinol, penico e os respectivos criados responsáveis pela sua higiene.

No trajeto, a carruagem parava ao menos duas vezes.

Quando era a vez do Rei “obrar”, a carruagem estancava, um criado montava o “trono” portátil e a guarda cercava Sua Majestade, impedindo os curiosos de ali passar.

D. João sofria de flatulência, soltando gazes em todas as ocasiões, solenes ou não.

Coitado do criado que esboçasse um riso ou gracejo. Seria cortado do serviço no Paço!

Vieira Fazenda, historiador carioca, relata o caso duma procissão de Corpus Christi em que o Rei arriscou um flato e este veio “acompanhado”; o que obrigou D. João a correr para uma casa na Rua Direita (atual Primeiro de Março), atrás de um “trono”.

D. Pedro I herdou esse problema. A diarréia histórica mais famosa que conhecemos é a que acometeu o Príncipe, às margens do Riacho Ipiranga, em São Paulo, a 7 de setembro de 1822.

Os historiadores citam que a viagem se retardara muito porque D. Pedro tinha de:

   “...se apear do cavalo de meia em meia hora para obrar”.

Estava nessa situação quando o correio Paulo Bregaro lhe entregou as cartas do Conselho de Estado, que pediam nossa Independência.

D. Pedro se conteve como pôde, reuniu a guarda, informou-os da situação e deu o famoso brado que nos libertou de Portugal.

Em 1824, D. Pedro I assistia a uma parada dos soldados mercenários alemães na Fortaleza da Praia Vermelha, quando pediu desculpa aos oficiais, se agachou perto dum muro e “obrou” na frente dos embasbacados militares.

Um desses militares alemães escreveu um diário onde relata que, quando ainda jovem, o Príncipe D. Pedro costumava urinar do alto da varanda do Palácio de São Cristóvão nos soldados que passavam embaixo.

Nas cartas que enviou à sua amante, Marquesa de Santos, D. Pedro cita por várias vezes seus problemas gástricos.

Numa missiva do Imperador datada de 13 de dezembro de 1827, existente no acervo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, ele conta que

   “...Cheguei à casa, tomei a tisana (remédio) e obrei até agora cinco vezes e muito.”

Noutra carta, esta sem data, mas igualmente da coleção do IHGB, ele conta que:

   “...Eu não passei muito bem... ...depois obrei e agora estou perfeitamente bom...”

Nem todas as cartas de D. Pedro eram assim.

Numa delas, datável de julho de 1826, ele até escreveu no envelope um poema à sua amada:

   “Este lindo passarinho canta,
    brinca, pica e fura,
    mas quando torna a repicar,
    é mais doce a pica dura.”

A Marquesa era até informada dos problemas coprológicos das filhas do Imperador.

Na carta datada de 23 de setembro de 1827, da coleção Caio de Mello Franco, D. Pedro relatava que a filha de ambos, Duquesa de Goiás:

   “...tomou um purgante de óleo de mamona, com que obrou três vezes e deitou uma lombriga.”

Afinal, no meio dessa literatura “tão romântica”, D. Pedro pediu perdão à sua Marquesa pelos assuntos tão particulares assim relatados, justificando-se, na carta de 13 de dezembro de 1827, de que nele:

   “A fruta é fina, posto que a casca seja grossa”.

Portanto, se a subprefeitura for contar com a educação de nossos antepassados, - estamos roubados!

Milton de Mendonça Teixeira - através de e-mail que circula na internet

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Arte de Rua :: Rio de Janeiro

Grafite recente no muro dos fundos da Sociedade Hípica Brasileira, na Rua Jardim Botânico, Rio de Janeiro, RJ.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Arte de Rua :: Rua Jardim Botânico :: Rio

Grafites que ilustram o muro dos fundos da Sociedade Hípica Brasileira, ao lado do Hospital da Lagoa, na Rua Jardim Botânico. Rio de Janeiro, RJ. Foto tirada em setembro de 2010.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Feijoada da Recuperação do IPCN - Dia 26/09/10

Essa é para ninguém ficar de fora! Após tantas inclusões resultantes da luta contra a exclusão de parte expressiva da população brasileira, empreendida pelo IPCN - Instituto de Pesquisas da Cultura Negras, a partir da década de setenta, agora chegou a hora de reincluí-lo. Vamos dar a nossa retribuição. Não seja um excluído. Inclua-se também nessa luta. Participe, divulgue.
 http://institutodepesquisadasculturasnegras.blogspot.com/ 


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Unidos da Tijuca - Campeã do Carnaval Carioca 2010!

Parabéns a Unidos da Tijuca, que 74 anos depois de seu último título, volta a ser Campeã do Carnalval 2010. Aqui uma homenagem do nosso blog. Parabéns!

Ficha Técnica

Nome da escola: Gremio Recreativo Escola de Samba Unidos da Tijuca.
Idade da escola: 78 anos.
Presidente: Fernando Horta.
Cidade:Rio de Janeiro.
Bairro: Santo Cristo.
Rainha de Bateria: Adriane Galisteu.
Tema do samba enredo: “É segredo!”
Data do desfile: dia 14 fevereiro, entre 23h10 e 23h40.
Composição do samba enredo: Julio Alves, Marcelo e Totonho.

Bandeira da escola















É Segredo!
Samba Enredo Campeão de 2010

Desvendar esse mistério
É caso sério, quem se arrisca a procurar
O desconhecido, no tempo perdido
Aquele pergaminho milenar
São cinzas na poeira da memória
E brincam com a imaginação
Unidos da Tijuca, não é segredo eu amar você
Decifrar, isso eu não sei dizer
São coisas do meu coração

Eu quero ver esse lugar
Que o próprio tempo acabou de esquecer
Meu Deus, por onde vou procurar
Será que alguém pode me responder

Quem some na multidão
Esconde a sua verdade
Imaginação, o herói jamais revela a identidade
Será o mascarado
Nesse bailado um folião?
A senha, o segredo da vida
A chave perdida é o “X” da questão
Cuidado, o que se vê pode não ser… Será?
Ao entender é melhor revelar
No sonho do meu carnaval
Pare pra pensar, vai se transformar
Ou esconder até o final?

É segredo, não conto a ninguém
Sou Tijuca, vou além
O seu olhar, vou iludir
A tentação é descobrir


Mais informações no site oficial da escola: http://www.unidosdatijuca.com.br/

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Teatro: Mulheres Solteiras Procuram

O que acontece quando três mulheres solteiras resolvem contar todas as suas aventuras?

Até 18 de dezembro, o Teatro Vannucci apresenta a comédia Mulheres Solteiras Procuram, com Guta Stresser, Pitty Webo e Daniel Del Sarto. O espetáculo traz para o palco o cotidiano de três mulheres solteiras que se metem em situações hilárias.

O espetáculo representa o panorama da mulher atual, no qual é possível entender o pensamento feminino sem estereótipos. A peça, dividida em esquetes cômicos, nos quais os atores interpretam diversos papéis, mostra que a mulher dos dias atuais procura a felicidade, alcançada por uma diversidade infinita de caminhos que levam ao sucesso pessoal e profissional.

Elenco: Guta Stresser, Pitty Webo e Daniel Del Sarto

"Uma comédia feminina Super elenco! Situações hilárias! Mulher contemporânea! O sucesso da próxima temporada".

Serviço:

Local: Teatro Vannucci
Rua Marquês de São Vicente, 52 - Shopping da Gávea
tel. (21)2239-8595
Dias: Sexta as 19h00 - até 18 de dezembro de 2009
Valor do ingresso: R$50,00

Foto: Divulgação

terça-feira, 16 de junho de 2009

Dr. Fritz - "Palavras de um general"

Está na 'Garagem do Faustão' a banda Dr. Fritz, formada em Janeiro de 2007 no Rio. A formação do Dr. Fritz é composta por Dilan Marko (Vocal), Beto Lefevre (Guitarra), Marcos Buca (Baixo), Nazo Belém (Batera). Curta o hit "Palavras de um general":

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Vôo AF 447 - Homenagem

Homenagem aos desaparecidos do vôo 447, Rio de Janeiro-Tom Jobim - Paris-Charles de Gaulle.


Fonte: YouTube - Vol447

domingo, 17 de maio de 2009

Burger King pede desculpas ao Rio

Jornal O Globo - "A rede americana Burger King, autora da campanha publicitária veiculada na Inglaterra que fala sobre o Rio , negou que a intenção deles tivesse sido ofender os cariocas. Em nota enviada ao site do GLOBO, a gerente de comunicação da rede na Europa, Odette Sullivan, afirma que valoriza e respeita todos os valores dos países e das cidades onde opera.

Entre os cartazes que divulgam uma nova promoção da rede está a seguinte frase: "One way ticket to Rio not necessary. You'll feel like you´re robbing us" (algo como "Não é necessária uma passagem só de ida para o Rio. Você vai sentir como se estivesse nos roubando").

Segundo a rede, a ideia da propaganda era fazer uma brincadeira com a referência histórica da fuga de Ronald Biggs para o Rio depois de participar do assalto ao trem pagador britânico, focando no preço atrativo da refeição anunciada. Ainda de acordo com nota, a rede é conhecida por usar um tom irreverente em seus comerciais."

Nosso comentário é que 'de bem intencionados o inferno está cheio'. A prefeitura da cidade deveria entrar com ação indenizatória contra a multinacional rede de fast food. No mínimo iria inibir a propaganda negativa contra nosso querido Rio de Janeiro. Violência, infelizmente, tem no mundo inteiro, e ao que parece, os bandisões estão é nos países de 1º mundo, aqui se concentram mais ladrões de galinha e bandidinhos pé de chinelo. Se eles não deixassem seus marginais fugirem eles não chegariam aqui.

Leia a matéria na íntegra diretamente no jornal O Globo